De acordo com o jornal “China Daily”, um representante municipal disse que a substância era um tipo de “fertilizante verde”, que ajudaria a grama a ter uma aparência mais saudável. Apesar do produto não ser tóxico e ser lavável, o jornal afirma que a tinta esconde as condições reais de saúde da planta, e acaba atingindo também o solo.
terça-feira, 5 de março de 2013
Chineses flagram homens pintando gramados para ficarem mais verdes
Moradores de Chengdu, na província chinesa de Sichuan, ficaram
espantados e comentaram em redes sociais ao avistarem diversos
trabalhadores utilizando mangueiras para espirrar tinta em gramados pela
cidade, na tentativa de deixar a paisagem mais natural e bonita.
Moradores fotografaram trabalhadores pintando gramados para ficarem com aparência mais saudável (Foto: Reprodução/Weibo)
Usuários da rede social “Weibo” (uma espécie de Twitter na China)
postaram imagens dos funcionários jogando produtos em diversos gramados
da cidade, o que acabou fazendo com que roupas, calçados e o próprio
asfalto tambem fossem atingidos pelo tom esverdeado.
De acordo com o jornal “China Daily”, um representante municipal disse que a substância era um tipo de “fertilizante verde”, que ajudaria a grama a ter uma aparência mais saudável. Apesar do produto não ser tóxico e ser lavável, o jornal afirma que a tinta esconde as condições reais de saúde da planta, e acaba atingindo também o solo.
Jornal destacou que chineses tiveram roupas tingidas de verde por acidente (Foto: Reprodução)
De acordo com o jornal “China Daily”, um representante municipal disse que a substância era um tipo de “fertilizante verde”, que ajudaria a grama a ter uma aparência mais saudável. Apesar do produto não ser tóxico e ser lavável, o jornal afirma que a tinta esconde as condições reais de saúde da planta, e acaba atingindo também o solo.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Prévia do PIB' tem crescimento de 1,6% em 2012, revela Banco Central
O nível de atividade econômica do país registrou crescimento de 1,64%
em 2012, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central
(IBC-Br), indicador que busca antecipar o resultado do Produto Interno
Bruto (PIB). O número foi divulgado pela autoridade monetária nesta
quarta-feira (20). Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste
sazonal, pois considera períodos iguais (ano contra ano) – avaliada como
mais apropriada por economistas.
Considerando o resultado de 2012 com ajuste sazonal (dessazonalizado), menos apropriado segundo o mercado, o índice avançou 1,35%.
O crescimento do IBC-Br em 2012 ficou acima, porém, das previsões do mercado financeiro. Pesquisa do próprio BC com analistas dos bancos, que dá origem ao relatório de mercado, também conhecido como Focus, revela que o mercado estima uma alta de 0,95% para o PIB no último ano fechado.
Variação do IBC-Br por trimestres
Os dados trimestrais do IBC-Br, divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira, mostram desaceleração do PIB no quarto trimestre do ano passado. Neste caso, a comparação foi feita após ajustes sazonais. No quatro trimestre de 2012, segundo a autoridade monetária, o IBC-Br avançou 0,62%, valor que ficou abaixo da expansão de 1,12% do terceiro trimestre do ano passado. No primeiro trimestre de 2012, o crescimento foi de 0,29% e, no segundo trimestre do ano passado, atingiu 0,58%
Resultado do PIB e medidas de estímulo
O resultado do IBC-Br indica que o nível de atividade econômica frustrou o governo em todo ano passado. No fim de 2011, o Ministério da Fazenda estimava que o crescimento da economia brasileira seria superior a 4% em 2012. Por conta das sucessivas revisões para baixo do indicador, e do resultado do PIB do terceiro trimestre, publicações internacionais, como a revista britânica "The Economist", criticaram o ministro Guido Mantega e chegaram a sugerir sua demissão.
Para estimular a economia brasileira, o governo anunciou uma série de medidas no decorrer do ano passado, como a redução do IPI para linha branca e automóveis, além do corte dos juros básicos da economia para 7,25% ao ano (mínima histórica) e da redução em mais de R$ 100 bilhões dos chamados depósitos compulsórios.
O governo também reduziu, no ano passado, o IOF para empréstimos tomados pelas pessoas físicas, deu prosseguimento à desoneração da folha de pagamentos, liberou mais crédito para os estados, anunciou um programa de compras governamentais de R$ 8,4 bilhões, e também tomou medidas de defesa da concorrência.
No fim de 2012, o ministro Mantega avaliou, em entrevista ao G1, que 2013 será um "ano de colheita" em termos de atividade econômica. A expectativa do ministro, até o momento, é de que o PIB avance cerca de 4% neste ano, mas o mercado financeiro, novamente, prevê uma alta menor, de 3,08% para o PIB de 2013. A equipe econômica tem sinalizado com vai ampliar a desoneração sobre a folha de pagamentos e retirar tributos sobre a cesta básica neste ano, além de mexer no PIS e na Cofins.
IBC-Br
Antes divulgado por estados e por regiões, desde o início do ano passado o indicador passou a ser calculado com abrangência nacional. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além dos impostos.
"A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores da economia acrescida dos impostos sobre produtos, que são estimados a partir da evolução da oferta total (produção mais importações)", explicou o Banco Central.
Definição dos juros
O IBC-Br é uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Central para definir a taxa básica de juros da economia brasileira. Com crescimento menor, por exemplo, teoricamente há menos pressões inflacionárias. Atualmente, os juros básicos estão em 7,25% ao ano (a menor taxa da história).
Depois de cair desde agosto de 2011, o BC decidiu, em novembro do ano passado, interromper o ciclo de cortes nos juros básicos da economia. Até o momento, a previsão do mercado financeiro é de que a taxa básica não tenha novas quedas neste ano, e que permaneça neste patamar, pelo menos, até o fim de 2013. Nesta terça-feira, porém, o presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que a política de juros pode ser ajustada, indicando que elevações neste ano não estão descartadas pela autoridade monetária.
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Considerando o resultado de 2012 com ajuste sazonal (dessazonalizado), menos apropriado segundo o mercado, o índice avançou 1,35%.
O crescimento do IBC-Br em 2012 ficou acima, porém, das previsões do mercado financeiro. Pesquisa do próprio BC com analistas dos bancos, que dá origem ao relatório de mercado, também conhecido como Focus, revela que o mercado estima uma alta de 0,95% para o PIB no último ano fechado.
saiba mais
Em dezembro do ano passado, o diretor de Política Econômica do BC,
Carlos Hamilton, disse que o IBC-Br não seria uma medida de PIB, mesmo
que tenha sido criado para tentar antecipar o resultado, mas apenas "um
indicador útil" para o BC e para o setor privado. "Se o IBC-Br acertasse
na mosca é que seria surpreendente", afirmou ele na ocasião. O
resultado oficial do PIB de 2012 será divulgado pelo Instituto Nacional
de Geografia e Estatística (IBGE) em 1º de março.Variação do IBC-Br por trimestres
Os dados trimestrais do IBC-Br, divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira, mostram desaceleração do PIB no quarto trimestre do ano passado. Neste caso, a comparação foi feita após ajustes sazonais. No quatro trimestre de 2012, segundo a autoridade monetária, o IBC-Br avançou 0,62%, valor que ficou abaixo da expansão de 1,12% do terceiro trimestre do ano passado. No primeiro trimestre de 2012, o crescimento foi de 0,29% e, no segundo trimestre do ano passado, atingiu 0,58%
Resultado do PIB e medidas de estímulo
O resultado do IBC-Br indica que o nível de atividade econômica frustrou o governo em todo ano passado. No fim de 2011, o Ministério da Fazenda estimava que o crescimento da economia brasileira seria superior a 4% em 2012. Por conta das sucessivas revisões para baixo do indicador, e do resultado do PIB do terceiro trimestre, publicações internacionais, como a revista britânica "The Economist", criticaram o ministro Guido Mantega e chegaram a sugerir sua demissão.
Para estimular a economia brasileira, o governo anunciou uma série de medidas no decorrer do ano passado, como a redução do IPI para linha branca e automóveis, além do corte dos juros básicos da economia para 7,25% ao ano (mínima histórica) e da redução em mais de R$ 100 bilhões dos chamados depósitos compulsórios.
O governo também reduziu, no ano passado, o IOF para empréstimos tomados pelas pessoas físicas, deu prosseguimento à desoneração da folha de pagamentos, liberou mais crédito para os estados, anunciou um programa de compras governamentais de R$ 8,4 bilhões, e também tomou medidas de defesa da concorrência.
No fim de 2012, o ministro Mantega avaliou, em entrevista ao G1, que 2013 será um "ano de colheita" em termos de atividade econômica. A expectativa do ministro, até o momento, é de que o PIB avance cerca de 4% neste ano, mas o mercado financeiro, novamente, prevê uma alta menor, de 3,08% para o PIB de 2013. A equipe econômica tem sinalizado com vai ampliar a desoneração sobre a folha de pagamentos e retirar tributos sobre a cesta básica neste ano, além de mexer no PIS e na Cofins.
IBC-Br
Antes divulgado por estados e por regiões, desde o início do ano passado o indicador passou a ser calculado com abrangência nacional. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além dos impostos.
"A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores da economia acrescida dos impostos sobre produtos, que são estimados a partir da evolução da oferta total (produção mais importações)", explicou o Banco Central.
Definição dos juros
O IBC-Br é uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Central para definir a taxa básica de juros da economia brasileira. Com crescimento menor, por exemplo, teoricamente há menos pressões inflacionárias. Atualmente, os juros básicos estão em 7,25% ao ano (a menor taxa da história).
Depois de cair desde agosto de 2011, o BC decidiu, em novembro do ano passado, interromper o ciclo de cortes nos juros básicos da economia. Até o momento, a previsão do mercado financeiro é de que a taxa básica não tenha novas quedas neste ano, e que permaneça neste patamar, pelo menos, até o fim de 2013. Nesta terça-feira, porém, o presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que a política de juros pode ser ajustada, indicando que elevações neste ano não estão descartadas pela autoridade monetária.
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Papa Bento XVI vai renunciar ao pontificado em 28 de fevereiro
O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro.
Bento XVI anunciou a renúncia pessoalmente, falando em latim, durante o consistório para a canonização de três mártires.
O discurso foi feito entre as 11h30 e 11h40 locais (8h30 e 8h40 do horário brasileiro de verão), segundo oVaticano..
O Vaticano afirmou que o papado, exercido por Bento XVI desde 2005, vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido, o que se espera que ocorra "o mais rápido possível" e até a Páscoa, segundo o porta-voz Federico Lombardi.
saiba mais
- Leia mais notícias sobre Bento XVI
- Leia a íntegra do discurso de renúncia do Papa
- CONHEÇA A TRAJETÓRIA DO PAPA
- VEJA A REPERCUSSÃO DA RENÚNCIA
- VEJA FOTOS DO PAPA BENTO XVI
- VEJA VÍDEOS DO PONTÍFICE
- Entenda o processo de sucessão
- Vaticano nega que motivo da saída tenha sido doença
- Última renúncia foi em 1415
Em comunicado, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer as obrigações do cargo.
O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto.
"Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro", disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano.
Na véspera, Bento XVI escreveu em sua conta no Twitter: "Devemos confiar no maravilhoso poder da misericórdia de Deus. Somos todos pecadores, mas Sua graça nos transforma e renova".
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
27 termelétricas esperadas para 2012 atrasaram, mostra Aneel
Quase metade das novas usinas termelétricas previstas para 2012 não
entrou em operação, aponta levantamento da Agência Nacional de Energia
Elétrica (Aneel).
No total, 27 das 57 usinas desse tipo que deveriam estar disponíveis
para começar a gerar energia no ano passado não conseguiram cumprir o
cronograma.
Com o atraso das 27 usinas, o país deixou de contar com até 3.154,17 megawatts (MW) de energia térmica nova justamente quando os reservatórios das hidrelétricas do país atingiram, no fim de 2012, o menor nível dos últimos dez anos - no início de janeiro de 2013, os índices de armazenamento foram semelhantes ao do período pré-racionamento de energia (2001).
Esses 3.154,17 MW equivalem a 65,4% do total da capacidade de geração das 57 termelétricas programadas para entrar em operação em 2012. As outras 30 usinas que começaram a funcionar no ano passado têm potência somada de 1.670,08 MW.
O fato de uma usina térmica estar pronta para funcionar não significa que ela vai gerar energia, já que no Brasil esse tipo de empreendimento normalmente só é acionado quando os lagos das hidrelétricas estão baixos. Entretanto, pelo menos entre outubro e dezembro de 2012, o país foi obrigado a despachar todas as termelétricas disponíveis para dar conta da demanda por energia e ajudar a encher os reservatórios.
Mudança em leilões
O G1 procurou o Ministério de Minas e Energia e questionou o impacto do atraso dessas obras para a garantia do fornecimento de energia no Brasil, principalmente em um cenário de queda nos reservatórios das hidrelétricas. Até a publicação desta reportagem, porém, não obteve resposta.
O diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, admite que os atrasos, que já haviam acontecido em 2011, geram preocupação. “Claro que preocupa. A gente não quer atraso nenhum. Queremos que tudo entre na data certa”, disse ele.
Segundo Hübner, boa parte das térmicas que atrasaram a operação são movidas a carvão, contratadas em leilão chamado A-5, e que deveriam começar a gerar a energia depois de cinco anos mas, na verdade, acabaram contando com prazo inferior e insuficiente.
Isso acontece porque o governo costuma adiar esse tipo de leilão para tentar garantir o máximo de participação de usinas hidrelétricas, que têm energia mais barata. Entretanto, o prazo para a entrega da energia não muda com os adiamentos, e as usinas acabam tendo menos tempo para concluir as obras.
Segundo Hübner, o governo estuda antecipar os leilões de contratação de energia, ou mesmo dividí-los ao longo do ano, para evitar que esses atrasos aconteçam. Ele apontou ainda que a Aneel revogou no ano passado a autorização de seis termelétricas, ligadas ao grupo Bertin, por atrasos nas obras.
Térmicas ganham importância
De acordo com a Aneel, o Brasil tem hoje 1.623 usinas térmicas, movidas a combustíveis como óleo, gás natural e biomassa, com potência somada de 35,5 mil MW – valor que equivale a 27,5% do total da energia gerada no país (121,7 mil MW).
Os atrasos nesses empreendimentos causam preocupação adicional, já que a tendência, segundo representantes do próprio governo, é que nos próximos anos o Brasil passe a utilizar – e a depender – cada vez mais energia térmica.
Isso acontece por conta da decisão do governo de optar por empreendimentos no setor que gerem menos impacto ambiental, como no caso das usinas a fio d’água (sem reservatório) e de energia eólica.
Se faltar chuva ou vento, essas usinas param de funcionar. As usinas térmicas entram justamente para garantir o fornecimento de energia nessas situações.
Com o atraso das 27 usinas, o país deixou de contar com até 3.154,17 megawatts (MW) de energia térmica nova justamente quando os reservatórios das hidrelétricas do país atingiram, no fim de 2012, o menor nível dos últimos dez anos - no início de janeiro de 2013, os índices de armazenamento foram semelhantes ao do período pré-racionamento de energia (2001).
Esses 3.154,17 MW equivalem a 65,4% do total da capacidade de geração das 57 termelétricas programadas para entrar em operação em 2012. As outras 30 usinas que começaram a funcionar no ano passado têm potência somada de 1.670,08 MW.
O fato de uma usina térmica estar pronta para funcionar não significa que ela vai gerar energia, já que no Brasil esse tipo de empreendimento normalmente só é acionado quando os lagos das hidrelétricas estão baixos. Entretanto, pelo menos entre outubro e dezembro de 2012, o país foi obrigado a despachar todas as termelétricas disponíveis para dar conta da demanda por energia e ajudar a encher os reservatórios.
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Usinas termelétricas previstas, mas que não entraram em operação em 2012 |
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Gabriel Passos MC2 Camaçari I MC2 Catu MC2 Dias D' Ávila 1 MC2 Dias D' Ávila 2 MC2 Feira de Santana MC2 Senhor do Bonfim Palmeiras de Goiás Petroquimicasuape Porto do Itaqui Porto do Pecém I Refeinaria Presidente Getúlio Vargas Suape II Água Emendada Araguari BBF Tefé BEN Bioenergia Cachoeira Dourada CEM Chapadão Agroenergia Eldorado Brasil Jataí Guaçu Morro Vermelho Pioneiros II Sepé Tiaraju |
O G1 procurou o Ministério de Minas e Energia e questionou o impacto do atraso dessas obras para a garantia do fornecimento de energia no Brasil, principalmente em um cenário de queda nos reservatórios das hidrelétricas. Até a publicação desta reportagem, porém, não obteve resposta.
O diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, admite que os atrasos, que já haviam acontecido em 2011, geram preocupação. “Claro que preocupa. A gente não quer atraso nenhum. Queremos que tudo entre na data certa”, disse ele.
Segundo Hübner, boa parte das térmicas que atrasaram a operação são movidas a carvão, contratadas em leilão chamado A-5, e que deveriam começar a gerar a energia depois de cinco anos mas, na verdade, acabaram contando com prazo inferior e insuficiente.
Isso acontece porque o governo costuma adiar esse tipo de leilão para tentar garantir o máximo de participação de usinas hidrelétricas, que têm energia mais barata. Entretanto, o prazo para a entrega da energia não muda com os adiamentos, e as usinas acabam tendo menos tempo para concluir as obras.
Segundo Hübner, o governo estuda antecipar os leilões de contratação de energia, ou mesmo dividí-los ao longo do ano, para evitar que esses atrasos aconteçam. Ele apontou ainda que a Aneel revogou no ano passado a autorização de seis termelétricas, ligadas ao grupo Bertin, por atrasos nas obras.
Térmicas ganham importância
De acordo com a Aneel, o Brasil tem hoje 1.623 usinas térmicas, movidas a combustíveis como óleo, gás natural e biomassa, com potência somada de 35,5 mil MW – valor que equivale a 27,5% do total da energia gerada no país (121,7 mil MW).
Os atrasos nesses empreendimentos causam preocupação adicional, já que a tendência, segundo representantes do próprio governo, é que nos próximos anos o Brasil passe a utilizar – e a depender – cada vez mais energia térmica.
Isso acontece por conta da decisão do governo de optar por empreendimentos no setor que gerem menos impacto ambiental, como no caso das usinas a fio d’água (sem reservatório) e de energia eólica.
Se faltar chuva ou vento, essas usinas param de funcionar. As usinas térmicas entram justamente para garantir o fornecimento de energia nessas situações.
DE SÃO PAULO
Os trens da linha 11-coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos) trafegaram com atraso por cerca de duas horas e meia, na
manhã desta quarta-feira, devido a um problema no sistema de
sinalização. Segundo a empresa, não havia mais reflexo no tráfego por
volta das 7h40.
O problema começou logo no início das operações, por volta das 4h, e
afetou o trecho entre as estações Suzano e Guaianazes. Para atender a
grande quantidade de passageiros que utilizam o serviço no horário, a
SPTrans acionou o sistema Paese, disponibilizando ônibus para atender o
trecho.
Técnicos foram deslocados para o local do problema e conseguiram
resolver a falha por volta das 6h30, apesar disso, o reflexo ainda foi
sentido em muitas estações, que permaneceram superlotadas. Às 7h40, a
CPTM informou que o movimento já era tranquilo. As causas do problema
não foram informadas.
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/02/06/falha-prejudica-circulacao-de-trens-na-linha-11-coral-da-cptm.jhtm
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/02/06/falha-prejudica-circulacao-de-trens-na-linha-11-coral-da-cptm.jhtm
DE SÃO PAULO
Os trens da linha 11-coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos) trafegaram com atraso por cerca de duas horas e meia, na
manhã desta quarta-feira, devido a um problema no sistema de
sinalização. Segundo a empresa, não havia mais reflexo no tráfego por
volta das 7h40.
O problema começou logo no início das operações, por volta das 4h, e
afetou o trecho entre as estações Suzano e Guaianazes. Para atender a
grande quantidade de passageiros que utilizam o serviço no horário, a
SPTrans acionou o sistema Paese, disponibilizando ônibus para atender o
trecho.
Técnicos foram deslocados para o local do problema e conseguiram
resolver a falha por volta das 6h30, apesar disso, o reflexo ainda foi
sentido em muitas estações, que permaneceram superlotadas. Às 7h40, a
CPTM informou que o movimento já era tranquilo. As causas do problema
não foram informadas.
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/02/06/falha-prejudica-circulacao-de-trens-na-linha-11-coral-da-cptm.jhtm
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DE SÃO PAULO
Os trens da linha 11-coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos) trafegaram com atraso por cerca de duas horas e meia, na
manhã desta quarta-feira, devido a um problema no sistema de
sinalização. Segundo a empresa, não havia mais reflexo no tráfego por
volta das 7h40.
O problema começou logo no início das operações, por volta das 4h, e
afetou o trecho entre as estações Suzano e Guaianazes. Para atender a
grande quantidade de passageiros que utilizam o serviço no horário, a
SPTrans acionou o sistema Paese, disponibilizando ônibus para atender o
trecho.
Técnicos foram deslocados para o local do problema e conseguiram
resolver a falha por volta das 6h30, apesar disso, o reflexo ainda foi
sentido em muitas estações, que permaneceram superlotadas. Às 7h40, a
CPTM informou que o movimento já era tranquilo. As causas do problema
não foram informadas.
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/02/06/falha-prejudica-circulacao-de-trens-na-linha-11-coral-da-cptm.jhtm
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DE SÃO PAULO
Os trens da linha 11-coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos) trafegaram com atraso por cerca de duas horas e meia, na
manhã desta quarta-feira, devido a um problema no sistema de
sinalização. Segundo a empresa, não havia mais reflexo no tráfego por
volta das 7h40.
O problema começou logo no início das operações, por volta das 4h, e
afetou o trecho entre as estações Suzano e Guaianazes. Para atender a
grande quantidade de passageiros que utilizam o serviço no horário, a
SPTrans acionou o sistema Paese, disponibilizando ônibus para atender o
trecho.
Técnicos foram deslocados para o local do problema e conseguiram
resolver a falha por volta das 6h30, apesar disso, o reflexo ainda foi
sentido em muitas estações, que permaneceram superlotadas. Às 7h40, a
CPTM informou que o movimento já era tranquilo. As causas do problema
não foram
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/02/06/falha-prejudica-circulacao-de-trens-na-linha-11-coral-da-cptm.jhtm
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Asteróide de 50 metros vai passar de raspão pela Terra em fevereiro
31/01/2013 08h45
- Atualizado em
31/01/2013 08h45
Asteróide de 50 metros vai passar de raspão pela Terra em fevereiro
No dia 15 de fevereiro, a rocha espacial, batizada de 2012 DA14, vai passar a 22 mil quilômetros do nosso planeta. A distância é considerada pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna.
No mês que vem, um asteróide de 50 metros de diâmetro vai passar de raspão pela Terra. No dia 15 de fevereiro, a rocha espacial, batizada de 2012 DA14, vai passar a 22 mil quilômetros do nosso planeta. Justamente na região onde ficam os satélites de comunicação e meteorológicos.
Uma distância considerada pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna. Os cientistas garantem que não há perigo de colisão. E vão aproveitar a oportunidade para estudar a pedra e calcular a interação dela com a gravidade da Terra.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Review do Google Nexus 10: o 'iPad killer' que sai bem mais em conta
O mercado de tablets ganhou um corrente de peso com o novo Nexus 10,
fruto da parceria entre o Google e a Samsung. O supertablet chega para
brigar bonito com o iPad da Apple, que continua líder nesse mercado e
não para de crescer no Brasil e no mundo. Mas os últimos números do
Google mostram que os tablets com Android estão encostando no seu maior
concorrente. Em setembro de 2012, o número de ativações era de
impressionantes 70 mil novos tablets por dia.
Nexus 10, o novo tablet da família Nexus do Google chega para abocanhar o mercado dominado pelo iPad (Foto: Divulgação)
O Google aumentou sua família Nexus, que começou com o Nexus 7 (confira o review dele),
passando pelo novo smartphone Nexus 4 em parceria com a LG e agora o
Nexus 10. São 3 gadgets de tamanhos e configurações diferentes para a
melhor escolha do usuário.
A escolha
O iPad - assim como qualquer produto da Apple - é sempre a decisão mais fácil. Afinal, é um produto completo, poderoso, com uma experiência incrível de usabilidade. Mas chegou novembro de 2012 e o Google entrou na briga dos tablets 10 polegadas com força total. O Nexus 10, fabricado pela Samsung (alguém aí vê mais um exemplo da polarização Samsung x Apple nessa parceria?), parece uma escolha razoável.
Nexus 10 ainda na caixa (Foto: TechTudo / Fabrício Vitorino)
O difícil seria encomendar o gadget: já nas duas primeiras semana de
vendas, entre os dias 13 e 27 de novembro, o Nexus 10 estava esgotado.
Mas, por um golpe de sorte, conseguimos encomendar o aparelho e ele
chegou redondinho, em uma caixa discreta e elegante, a nosso quarto de
hotel. Foi amor à primeira vista. Depois de "logado", estava ali, na
nossa frente, todo o ecossistema Android de nossos celulares. Com as
senhas e configurações de wi-fi e apps. Tudo.
Design
Carcaça emborrachada do Nexus 10 (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
Sua carcaça emborrachada na traseira, de cara, já dá uma melhor
"pegada" ao segurar o tablet, se comparado com o iPad. Com um acabamento
de plástico, traz ainda bordas arredondadas e uma usabilidade ainda
mais confortável na hora de ler ou navegar.
Pesando apenas 603g, seu corpo mais enxuto, ganha do iPad por 59g, o que faz dele o tablet de 10 polegadas mais leve e poderoso do mercado. O botão de liga/desliga/bloqueio fica no topo do aparelho. Os outros botões e conexões encontram-se em suas laterais: controle de volume, entrada microUSB, saída microHDMI, entrada para fone de ouvido e seis pequenos conectores na parte inferior, que servirá para um futuro dock.
Software e desempenho
Nexus 10 chega com o Android 4.2 limpo (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
O Android vem limpo com a última versão, 4.2 (Jelly Bean). A barra de
aplicativos traz alguns apps do Google, mas podem ser trocados por
qualquer outro da opção do usuário. Uma outra grande vantagem da versão
Jelly Bean é a utilização de multiusuários, facilitando ainda mais a
vida para quem precisa dividir o gadget com seus familiares.
O software se mostra bem mais completo que as versões passadas, só falhando nos codecs do player de vídeo. O Google Now, que funciona muito bem no Nexus 10, é um serviço que, a cada dia que passa, se torna ainda mais útil para usuários de smartphones e tablets, embora ainda não esteja totalmente adaptado ao mercado brasileiro - ainda se confunde com lugares, medidas, distâncias e tudo mais que se possa imaginar.
A barra com botões virtuais traz apenas três funcões:
- Botão voltar: leva o usuário para última tela visualizada naquele momento;
- Botão "home": fecha tudo que está aberto na tela, voltando para a tela principal do tablet;
- Botão multitarefa: abre a janela com todos os apps que estão rodando em segundo plano. Para fechar cada um, o usuário só precisa arrastar o aplicativo a ser encerrado.
Com seu processador dual-core 1.7 GHz Cortex-A15 tudo fica simples e rápido: a edição imagens e vídeos com software próprio, a navegação, ao se assitir vídeos ou navegar no Chrome em HD.
Tela e câmera
Melhor tela entre os tablets do mercado (Foto: Divulgação)
Sua tela tem a melhor densidade do mercado atualmente (com 300 dpi),
ganhando da Retina do iPad e da tela do Kindle Fire HD. Com resolução de
2560 x 1600, os vídeos e fotos parecem saltar da tela com a qualidade
de imagem e nitidez.
O Google também não esqueceu de proteger a tela contra arranhões, colocando a segunda geração do Gorilla Glass no Nexus 10 (Corning Gorilla Glass 2, saiba mais sobre as novas versões).
As câmeras são de 1.9 MP, frontal, e a principal traseira, de 5 MP. Ambas tiram excelentes fotos quando se tem boa iluminação no ambiente. A frontal funciona muito bem para as conferências em vídeos pelo Google+ (tutorial de como utilizar o Hangout).
Uma nova ferramenta da câmera principal, chamada de Photo Sphere, traz a possibilidade de se tirar fotos em 360º. Abaixo, veja um vídeo da nova ferramenta em funcionamento no Nexus 4, mas que funciona igualmente no Nexus 10.
O mercado de tablets ganhou um corrente de peso com o novo Nexus 10,
fruto da parceria entre o Google e a Samsung. O supertablet chega para
brigar bonito com o iPad da Apple, que continua líder nesse mercado e
não para de crescer no Brasil e no mundo. Mas os últimos números do
Google mostram que os tablets com Android estão encostando no seu maior
concorrente. Em setembro de 2012, o número de ativações era de
impressionantes 70 mil novos tablets por dia.
Nexus 10, o novo tablet da família Nexus do Google chega para abocanhar o mercado dominado pelo iPad (Foto: Divulgação)
O Google aumentou sua família Nexus, que começou com o Nexus 7 (confira o review dele),
passando pelo novo smartphone Nexus 4 em parceria com a LG e agora o
Nexus 10. São 3 gadgets de tamanhos e configurações diferentes para a
melhor escolha do usuário.
A escolha
O iPad - assim como qualquer produto da Apple - é sempre a decisão mais fácil. Afinal, é um produto completo, poderoso, com uma experiência incrível de usabilidade. Mas chegou novembro de 2012 e o Google entrou na briga dos tablets 10 polegadas com força total. O Nexus 10, fabricado pela Samsung (alguém aí vê mais um exemplo da polarização Samsung x Apple nessa parceria?), parece uma escolha razoável.
Nexus 10 ainda na caixa (Foto: TechTudo / Fabrício Vitorino)
O difícil seria encomendar o gadget: já nas duas primeiras semana de
vendas, entre os dias 13 e 27 de novembro, o Nexus 10 estava esgotado.
Mas, por um golpe de sorte, conseguimos encomendar o aparelho e ele
chegou redondinho, em uma caixa discreta e elegante, a nosso quarto de
hotel. Foi amor à primeira vista. Depois de "logado", estava ali, na
nossa frente, todo o ecossistema Android de nossos celulares. Com as
senhas e configurações de wi-fi e apps. Tudo.
Design
Carcaça emborrachada do Nexus 10 (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
Sua carcaça emborrachada na traseira, de cara, já dá uma melhor
"pegada" ao segurar o tablet, se comparado com o iPad. Com um acabamento
de plástico, traz ainda bordas arredondadas e uma usabilidade ainda
mais confortável na hora de ler ou navegar.
Pesando apenas 603g, seu corpo mais enxuto, ganha do iPad por 59g, o que faz dele o tablet de 10 polegadas mais leve e poderoso do mercado. O botão de liga/desliga/bloqueio fica no topo do aparelho. Os outros botões e conexões encontram-se em suas laterais: controle de volume, entrada microUSB, saída microHDMI, entrada para fone de ouvido e seis pequenos conectores na parte inferior, que servirá para um futuro dock.
Software e desempenho
Nexus 10 chega com o Android 4.2 limpo (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
O Android vem limpo com a última versão, 4.2 (Jelly Bean). A barra de
aplicativos traz alguns apps do Google, mas podem ser trocados por
qualquer outro da opção do usuário. Uma outra grande vantagem da versão
Jelly Bean é a utilização de multiusuários, facilitando ainda mais a
vida para quem precisa dividir o gadget com seus familiares.
O software se mostra bem mais completo que as versões passadas, só falhando nos codecs do player de vídeo. O Google Now, que funciona muito bem no Nexus 10, é um serviço que, a cada dia que passa, se torna ainda mais útil para usuários de smartphones e tablets, embora ainda não esteja totalmente adaptado ao mercado brasileiro - ainda se confunde com lugares, medidas, distâncias e tudo mais que se possa imaginar.
A barra com botões virtuais traz apenas três funcões:
- Botão voltar: leva o usuário para última tela visualizada naquele momento;
- Botão "home": fecha tudo que está aberto na tela, voltando para a tela principal do tablet;
- Botão multitarefa: abre a janela com todos os apps que estão rodando em segundo plano. Para fechar cada um, o usuário só precisa arrastar o aplicativo a ser encerrado.
Com seu processador dual-core 1.7 GHz Cortex-A15 tudo fica simples e rápido: a edição imagens e vídeos com software próprio, a navegação, ao se assitir vídeos ou navegar no Chrome em HD.
Tela e câmera
Melhor tela entre os tablets do mercado (Foto: Divulgação)
Sua tela tem a melhor densidade do mercado atualmente (com 300 dpi),
ganhando da Retina do iPad e da tela do Kindle Fire HD. Com resolução de
2560 x 1600, os vídeos e fotos parecem saltar da tela com a qualidade
de imagem e nitidez.
O Google também não esqueceu de proteger a tela contra arranhões, colocando a segunda geração do Gorilla Glass no Nexus 10 (Corning Gorilla Glass 2, saiba mais sobre as novas versões).
As câmeras são de 1.9 MP, frontal, e a principal traseira, de 5 MP. Ambas tiram excelentes fotos quando se tem boa iluminação no ambiente. A frontal funciona muito bem para as conferências em vídeos pelo Google+ (tutorial de como utilizar o Hangout).
Uma nova ferramenta da câmera principal, chamada de Photo Sphere, traz a possibilidade de se tirar fotos em 360º. Abaixo, veja um vídeo da nova ferramenta em funcionamento no Nexus 4, mas que funciona igualmente no Nexus 10.
Alto-falantes frontais entregam uma boa qualidade de áudio ao Nexus 10 (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
A parte multimídia peca no player de vídeo, só rodando vídeos em
formato .MP4. Os testes de vídeos em .MKV foram jogados para uma TV pelo
adaptador microHDMI e diversos tamanhos em HD ou FullHD não rodaram. Os
vídeos do loja do Google, a Play Store, rodaram sem problemas e nada de
engasgos (mas dependem da conexão da Internet).
A qualidade do som é muito boa, graças aos dois alto-falantes frontais. Um dos melhores desempenhos de áudio já experimentados pelo TechTudo em um tablet. Praticamente dispensa docks em ambientes pequenos e não muito ruidosos.
A duração da bateria é muito boa: o Nexus 10 aguenta ficar longe da tomada por 8 horas em média, sob uso intenso. Mas se for utilizado poucas vezes ao dia, ela pode durar até uma semana com folga. A grande falha é a sua recarga, que traz uma demora excessiva para recuperar toda a energia. Afinal, todo bônus tem um ônus...
Conclusão
Os prós, sem dúvida, são a tela incrível, a leveza, o som e a rapidez. Além, é claro, do divertido Photo Sphere e da durabilidade da bateria, que deixa orgulhosos donos de iPad morrendo de inveja. Por outro lado, a "genial" ideia de usar microUSB para recarregar deve ser reconsiderada. A carga é extremamente demorada - se você vai recarregar durante a noite, sem problemas, mas aquela "carguinha extra" ao longo do dia não vai se tão rápida.
A câmera traseira atende bem - afinal, quem usa um tablet para tirar fotos? -, mas ainda perde para a do Asus Transformer, o grande tablet Android rival ao Nexus. A falta de portas de expansão também incomodam e "isolam" o tablet Google. Vale lembrar que elas estão presentes no Transformer, mas o fazem ficar mais pesado, mais grosso e mais monstrengo.
No geral, o Nexus 10 é, sem dúvida, o grande concorrente Android para o iPad. Começando pelo preço - US$ 100 a menos nos Estados Unidos - e terminando pela qualidade e potência do aparelho, sua versatilidade, flexibilidade e fluidez resultam em uma experiência incrível para o usuário. Puxar um Nexus 10, onde quer que se esteja, sempre faz as pessoas virarem os pescoços para espiar, sobretudo se você estiver assistindo a um vídeo.
Agora é esperar pelo Google decidir se vai importar de vez toda a sua nova família Nexus para o Brasil. Já se sabe que o Nexus 7 será trazido pela ASUS, mas ainda falta a confirmação do Nexus 4 e do Nexus 10. Oremos!
A escolha
O iPad - assim como qualquer produto da Apple - é sempre a decisão mais fácil. Afinal, é um produto completo, poderoso, com uma experiência incrível de usabilidade. Mas chegou novembro de 2012 e o Google entrou na briga dos tablets 10 polegadas com força total. O Nexus 10, fabricado pela Samsung (alguém aí vê mais um exemplo da polarização Samsung x Apple nessa parceria?), parece uma escolha razoável.
Design
Pesando apenas 603g, seu corpo mais enxuto, ganha do iPad por 59g, o que faz dele o tablet de 10 polegadas mais leve e poderoso do mercado. O botão de liga/desliga/bloqueio fica no topo do aparelho. Os outros botões e conexões encontram-se em suas laterais: controle de volume, entrada microUSB, saída microHDMI, entrada para fone de ouvido e seis pequenos conectores na parte inferior, que servirá para um futuro dock.
Software e desempenho
O software se mostra bem mais completo que as versões passadas, só falhando nos codecs do player de vídeo. O Google Now, que funciona muito bem no Nexus 10, é um serviço que, a cada dia que passa, se torna ainda mais útil para usuários de smartphones e tablets, embora ainda não esteja totalmente adaptado ao mercado brasileiro - ainda se confunde com lugares, medidas, distâncias e tudo mais que se possa imaginar.
A barra com botões virtuais traz apenas três funcões:
- Botão voltar: leva o usuário para última tela visualizada naquele momento;
- Botão "home": fecha tudo que está aberto na tela, voltando para a tela principal do tablet;
- Botão multitarefa: abre a janela com todos os apps que estão rodando em segundo plano. Para fechar cada um, o usuário só precisa arrastar o aplicativo a ser encerrado.
Com seu processador dual-core 1.7 GHz Cortex-A15 tudo fica simples e rápido: a edição imagens e vídeos com software próprio, a navegação, ao se assitir vídeos ou navegar no Chrome em HD.
Tela e câmera
O Google também não esqueceu de proteger a tela contra arranhões, colocando a segunda geração do Gorilla Glass no Nexus 10 (Corning Gorilla Glass 2, saiba mais sobre as novas versões).
As câmeras são de 1.9 MP, frontal, e a principal traseira, de 5 MP. Ambas tiram excelentes fotos quando se tem boa iluminação no ambiente. A frontal funciona muito bem para as conferências em vídeos pelo Google+ (tutorial de como utilizar o Hangout).
Uma nova ferramenta da câmera principal, chamada de Photo Sphere, traz a possibilidade de se tirar fotos em 360º. Abaixo, veja um vídeo da nova ferramenta em funcionamento no Nexus 4, mas que funciona igualmente no Nexus 10.
21/Jan/2013 07h05
- Atualizado em
21/01/2013 09h27
Review do Google Nexus 10: o 'iPad killer' que sai bem mais em conta
A escolha
O iPad - assim como qualquer produto da Apple - é sempre a decisão mais fácil. Afinal, é um produto completo, poderoso, com uma experiência incrível de usabilidade. Mas chegou novembro de 2012 e o Google entrou na briga dos tablets 10 polegadas com força total. O Nexus 10, fabricado pela Samsung (alguém aí vê mais um exemplo da polarização Samsung x Apple nessa parceria?), parece uma escolha razoável.
Design
Pesando apenas 603g, seu corpo mais enxuto, ganha do iPad por 59g, o que faz dele o tablet de 10 polegadas mais leve e poderoso do mercado. O botão de liga/desliga/bloqueio fica no topo do aparelho. Os outros botões e conexões encontram-se em suas laterais: controle de volume, entrada microUSB, saída microHDMI, entrada para fone de ouvido e seis pequenos conectores na parte inferior, que servirá para um futuro dock.
Software e desempenho
O software se mostra bem mais completo que as versões passadas, só falhando nos codecs do player de vídeo. O Google Now, que funciona muito bem no Nexus 10, é um serviço que, a cada dia que passa, se torna ainda mais útil para usuários de smartphones e tablets, embora ainda não esteja totalmente adaptado ao mercado brasileiro - ainda se confunde com lugares, medidas, distâncias e tudo mais que se possa imaginar.
A barra com botões virtuais traz apenas três funcões:
- Botão voltar: leva o usuário para última tela visualizada naquele momento;
- Botão "home": fecha tudo que está aberto na tela, voltando para a tela principal do tablet;
- Botão multitarefa: abre a janela com todos os apps que estão rodando em segundo plano. Para fechar cada um, o usuário só precisa arrastar o aplicativo a ser encerrado.
Com seu processador dual-core 1.7 GHz Cortex-A15 tudo fica simples e rápido: a edição imagens e vídeos com software próprio, a navegação, ao se assitir vídeos ou navegar no Chrome em HD.
Tela e câmera
O Google também não esqueceu de proteger a tela contra arranhões, colocando a segunda geração do Gorilla Glass no Nexus 10 (Corning Gorilla Glass 2, saiba mais sobre as novas versões).
As câmeras são de 1.9 MP, frontal, e a principal traseira, de 5 MP. Ambas tiram excelentes fotos quando se tem boa iluminação no ambiente. A frontal funciona muito bem para as conferências em vídeos pelo Google+ (tutorial de como utilizar o Hangout).
Uma nova ferramenta da câmera principal, chamada de Photo Sphere, traz a possibilidade de se tirar fotos em 360º. Abaixo, veja um vídeo da nova ferramenta em funcionamento no Nexus 4, mas que funciona igualmente no Nexus 10.
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Multimídia e BateriaA qualidade do som é muito boa, graças aos dois alto-falantes frontais. Um dos melhores desempenhos de áudio já experimentados pelo TechTudo em um tablet. Praticamente dispensa docks em ambientes pequenos e não muito ruidosos.
A duração da bateria é muito boa: o Nexus 10 aguenta ficar longe da tomada por 8 horas em média, sob uso intenso. Mas se for utilizado poucas vezes ao dia, ela pode durar até uma semana com folga. A grande falha é a sua recarga, que traz uma demora excessiva para recuperar toda a energia. Afinal, todo bônus tem um ônus...
Conclusão
Os prós, sem dúvida, são a tela incrível, a leveza, o som e a rapidez. Além, é claro, do divertido Photo Sphere e da durabilidade da bateria, que deixa orgulhosos donos de iPad morrendo de inveja. Por outro lado, a "genial" ideia de usar microUSB para recarregar deve ser reconsiderada. A carga é extremamente demorada - se você vai recarregar durante a noite, sem problemas, mas aquela "carguinha extra" ao longo do dia não vai se tão rápida.
A câmera traseira atende bem - afinal, quem usa um tablet para tirar fotos? -, mas ainda perde para a do Asus Transformer, o grande tablet Android rival ao Nexus. A falta de portas de expansão também incomodam e "isolam" o tablet Google. Vale lembrar que elas estão presentes no Transformer, mas o fazem ficar mais pesado, mais grosso e mais monstrengo.
No geral, o Nexus 10 é, sem dúvida, o grande concorrente Android para o iPad. Começando pelo preço - US$ 100 a menos nos Estados Unidos - e terminando pela qualidade e potência do aparelho, sua versatilidade, flexibilidade e fluidez resultam em uma experiência incrível para o usuário. Puxar um Nexus 10, onde quer que se esteja, sempre faz as pessoas virarem os pescoços para espiar, sobretudo se você estiver assistindo a um vídeo.
Agora é esperar pelo Google decidir se vai importar de vez toda a sua nova família Nexus para o Brasil. Já se sabe que o Nexus 7 será trazido pela ASUS, mas ainda falta a confirmação do Nexus 4 e do Nexus 10. Oremos!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Ubuntu Phone: bonito aos olhos, mas será eficaz com tanta concorrência?
O Ubuntu Phone
OS é um dos lançamentos mais interessantes do mundo mobile nos últimos
anos. Esperado há tempos pelos rumores e anunciado oficialmente na
semana anterior a CES 2013,
em Las Vegas (EUA), finalmente os consumidores puderam ver o produto da
Canonical funcionando. E quando falamos em "ver", a expressão deve ser
interpretada em seu sentido literal: os expositores restringiram todo e
qualquer acesso físico aos aparelhos. Ainda assim foi possível perceber
que o sistema é redondo, bonito, funcional e tem potencial para mexer
com o mercado.
Ubuntu Phone em demonstração na CES 2013 (Foto: Fabrício Vitorino / TechTudo)
O Ubuntu não é nenhum estranho no mercado, como costuma-se pensar
quando falamos em distribuições Linux. Muito pelo contrário: aqui no
Brasil o sistema é o preferido das fabricantes na montagem de PCs e
notebooks populares. O hardware que usaram para demonstrar o Ubuntu
Phone, por outro lado, está mais para a linha "top": trata-se de um
Google Nexus 4, recém-lançado aparelho da LG que anda em falta no
mercado, dado a alta demanda.
Ainda que em uma tela menor que a do PC, o novo sistema para smartphones manteve várias características da versão para desktops. O dock, conhecido por todos, está lá. O design e as cores também. Mas o mais interessante é a completa ausência de botões - ou da funcionalidade deles. Afinal, o Ubuntu Phone é feito para ser totalmente controlado por gestos, sem botões - sejam eles físicos ou virtuais, como conhecemos.
Na demonstração, o especialista da Canonical David Pitkin mostra que o acesso aos comandos "nunca foi tão intuitivo". Com movimentos laterais ou verticais, tudo fica ao alcance do usuário. Além disso, a integração dos apps nativos com os "de terceiros" é bastante fluida e interessante ao usuário.
Design do Ubuntu Phone segue mesmos padrões da versão maior do sistema, para PCs (Foto: Fabrício Vitorino / TechTudo)
Mas nem tudo são flores: durante a exibição alguns programas engasgaram
ao serem carregados. A tela chegou a congelar por alguns segundos e o
aparelho não respondia bem aos comandos. Como o modelo é um protótipo, é
cedo para fazermos uma avaliação mais criteriosa; ainda mais levando-se
em consideração a leveza e a estabilidade dos Ubuntu para desktops.
O Ubuntu Phone tem alguma chance no mercado? Participe da discussão no fórum
Do ponto de vista do usuário, o Ubuntu Phone pode ser considerado um passo adiante na interface mobile, já que une a beleza e a modernidade do Windows Phone, a versatilidade do Android e a praticidade do iOS. Sutilmente, o diretor da Canonical deixou escapar que o aparelho deve estar no mercado ainda no primeiro semestre de 2013, mas não deu maiores detalhes. Resta saber quem será o primeiro parceiro e como a Canonical vai fazer para brigar com seu Ubuntu no concorridíssimo mercado de smartphones.
Ainda que em uma tela menor que a do PC, o novo sistema para smartphones manteve várias características da versão para desktops. O dock, conhecido por todos, está lá. O design e as cores também. Mas o mais interessante é a completa ausência de botões - ou da funcionalidade deles. Afinal, o Ubuntu Phone é feito para ser totalmente controlado por gestos, sem botões - sejam eles físicos ou virtuais, como conhecemos.
Na demonstração, o especialista da Canonical David Pitkin mostra que o acesso aos comandos "nunca foi tão intuitivo". Com movimentos laterais ou verticais, tudo fica ao alcance do usuário. Além disso, a integração dos apps nativos com os "de terceiros" é bastante fluida e interessante ao usuário.
O Ubuntu Phone tem alguma chance no mercado? Participe da discussão no fórum
Do ponto de vista do usuário, o Ubuntu Phone pode ser considerado um passo adiante na interface mobile, já que une a beleza e a modernidade do Windows Phone, a versatilidade do Android e a praticidade do iOS. Sutilmente, o diretor da Canonical deixou escapar que o aparelho deve estar no mercado ainda no primeiro semestre de 2013, mas não deu maiores detalhes. Resta saber quem será o primeiro parceiro e como a Canonical vai fazer para brigar com seu Ubuntu no concorridíssimo mercado de smartphones.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Sony vai abandonar linha de smartphones baratos e focar nos tops, diz executivo
O Xperia Z, novo smartphone da Sony,
fez um grande sucesso ao ser apresentado na CES 2013 e pode ditar o
rumo da companhia japonesa no mercado. Segundo o gerente de Marketing de
Produtos da Sony nos Estados Unidos, Stephen Sneeden, a empresa pode
abandonar a linha de smartphones mais baratos nos próximos dois anos e
voltar suas atenções aos aparelhos de alta qualidade, com preços
maiores.
Sony Xperia Z (Foto: Reprodução)
“Estamos prontos para sermos um fornecedor de smartphones de alta
qualidade e, logicamente, não podemos manter esse mesmo padrão na linha
mais barata. Nós não temos como implementar essas maravilhas que a Sony
tem produzido com baixo custo, provavelmente vamos deixar esse mercado
para outras empresas”, disse Sneeden.
A intenção da empresa é, nos próximos anos, alcançar uma fatia do mercado semelhante a da Apple e da Samsung, líderes em smartphones de última geração. A empolgação com esse nicho é justificada pelo sucesso do Xperia Z em Las Vegas. Até agora, o novo aparelho, que tem um visor FullHD de cinco polegadas e processador quad-core, faturou dez prêmios de veículos especializados que cobriram a CES 2013.
Qual é o melhor smartphone da linha Sony Xperia no mercado? Dê sua opinião no Fórum do TechTudo!
Vale lembrar que outras empresas adotaram anteriormente caminhos semelhantes ao indicado pela Sony e não apresentaram resultados positivos. Famosa pelos seus aparelhos de alta qualidade, a taiwanesa HTC, por exemplo, teve uma performance financeira tímida após abandonar a linha de smartphones mais baratos.
A intenção da empresa é, nos próximos anos, alcançar uma fatia do mercado semelhante a da Apple e da Samsung, líderes em smartphones de última geração. A empolgação com esse nicho é justificada pelo sucesso do Xperia Z em Las Vegas. Até agora, o novo aparelho, que tem um visor FullHD de cinco polegadas e processador quad-core, faturou dez prêmios de veículos especializados que cobriram a CES 2013.
Qual é o melhor smartphone da linha Sony Xperia no mercado? Dê sua opinião no Fórum do TechTudo!
Vale lembrar que outras empresas adotaram anteriormente caminhos semelhantes ao indicado pela Sony e não apresentaram resultados positivos. Famosa pelos seus aparelhos de alta qualidade, a taiwanesa HTC, por exemplo, teve uma performance financeira tímida após abandonar a linha de smartphones mais baratos.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
'Prevenir tombos é a melhor forma de proteger seu Gorilla Glass', diz Corning
Ouvir a Corning, fabricante do Gorilla Glass, não é uma tarefa das mais
fáceis. Ao longo dos últimos meses foram muitas tentativas sem sucesso.
Mas durante a CES 2013,
realizada em Las Vegas (EUA) na última semana, não teve jeito: sem
saída, a empresa respondeu às nossas perguntas sobre o famoso e polêmico
vidrinho que cobre (e supostamente protege) os melhores tablets e
smartphones do mercado.
Em seu stand, a Corning fazia, de hora em hora, demonstrações do poder e da resistência de sua tecnologia e as melhorias conseguidas com o Gorilla Glass, já em sua terceira geração. Entre gráficos e números que mostravam na frieza dos dados como a GG3 era durona, o que convencia os presentes era mesmo os testes práticos de esforço. Atacada por pesadas bolas de aço, que rolavam nas mais diversas alturas e variadas velocidades, a telinha resistia bravamente.
Gorilla Glass (Foto: Fabrício Vitorino / TechTudo)
Em um display, uma escala comparava uma tela de vidro normal, o Gorilla
Glass 2 e sua terceira geração. Aparentemente a evolução é
significativa, mas queríamos saber qual era o limite para que a Gorilla
Glass deixasse de ser uma poderosa tela e acabasse virando um mero
pedaço de vidro trincado.
"Essencialmente o que as pessoas devem saber é que, por mais resistente que seja, a Gorilla Glass ainda é um vidro. Ele é feito para resistir, mas eventualmente vai riscar ou quebrar. Para tudo há um limite", explica Marcia Chapman, relações públicas da Corning. Acompanhada de um engenheiro da empresa, a porta-voz do grupo explicava que os processos químicos a que são submetidos os produtos se aprimoram cada vez mais, e isso se traduz em resistência e durabilidade para o usuário.
Comparativo de resistência entre vidro normal e as gerações do Gorilla Glass (Foto: Fabrício Vitorino / TechTudo)
O problema, segundo Marcia, é a engenharia dos produtos finais. "Alguns
deles são curtos, têm ângulos ou encaixes que podem aumentar ou
diminuir a estabilidade do Gorilla Glass. É por isso que alguns
aparelhos têm suas telas trincadas ou quebradas com maior facilidade",
explica, se esquivando ao ser perguntada se o Galaxy S3 é um desses
aparelhos críticos. "Nós não podemos falar em nome de outros fabricantes
sobre seus produtos".
Ainda sobre o S3, a porta-voz da empresa diz duvidar muito que a Samsung esteja fabricando aparelhos sem a Corning Gorilla Glass no Brasil, como muitos usuários seguem relatando em fóruns on-line. Embora, mais uma vez, diga que não pode falar em nome de outras empresas. "Seria uma ideia não muito inteligente. Não creio que deva ser verdade".
Por que as telas dos smartphones se quebram sozinhas? Participe da discussão no fórum do TechTudo
A Corning continua sendo uma empresa muito, mas muito reservada. O próprio stand na CES 2013, pequeno e localizado no fundo de um dos pavilhões, deixava claro que a fabricante não queria aparecer muito. Ainda assim, o público aparecia e fazia sempre as mesmas perguntas, principalmente voltadas a entender como conservar a telinha e qual seria o limite de sua resistência. "O melhor a fazer para proteger sua tela é cuidar dela. Não deixá-la cair e evitar ao máximo arranhar. Afinal, um primeiro arranhão pode comprometer toda a estabilidade do produto. Ou seja, a melhor dica ainda é prevenir", aconselha Marcia. Embora todos saibam que, já que os tombos são inevitáveis, é sempre bom dar uma rezadinha após ver seu S3, iPhone ou afim se espatifar no chão.
Em seu stand, a Corning fazia, de hora em hora, demonstrações do poder e da resistência de sua tecnologia e as melhorias conseguidas com o Gorilla Glass, já em sua terceira geração. Entre gráficos e números que mostravam na frieza dos dados como a GG3 era durona, o que convencia os presentes era mesmo os testes práticos de esforço. Atacada por pesadas bolas de aço, que rolavam nas mais diversas alturas e variadas velocidades, a telinha resistia bravamente.
"Essencialmente o que as pessoas devem saber é que, por mais resistente que seja, a Gorilla Glass ainda é um vidro. Ele é feito para resistir, mas eventualmente vai riscar ou quebrar. Para tudo há um limite", explica Marcia Chapman, relações públicas da Corning. Acompanhada de um engenheiro da empresa, a porta-voz do grupo explicava que os processos químicos a que são submetidos os produtos se aprimoram cada vez mais, e isso se traduz em resistência e durabilidade para o usuário.
Ainda sobre o S3, a porta-voz da empresa diz duvidar muito que a Samsung esteja fabricando aparelhos sem a Corning Gorilla Glass no Brasil, como muitos usuários seguem relatando em fóruns on-line. Embora, mais uma vez, diga que não pode falar em nome de outras empresas. "Seria uma ideia não muito inteligente. Não creio que deva ser verdade".
Por que as telas dos smartphones se quebram sozinhas? Participe da discussão no fórum do TechTudo
A Corning continua sendo uma empresa muito, mas muito reservada. O próprio stand na CES 2013, pequeno e localizado no fundo de um dos pavilhões, deixava claro que a fabricante não queria aparecer muito. Ainda assim, o público aparecia e fazia sempre as mesmas perguntas, principalmente voltadas a entender como conservar a telinha e qual seria o limite de sua resistência. "O melhor a fazer para proteger sua tela é cuidar dela. Não deixá-la cair e evitar ao máximo arranhar. Afinal, um primeiro arranhão pode comprometer toda a estabilidade do produto. Ou seja, a melhor dica ainda é prevenir", aconselha Marcia. Embora todos saibam que, já que os tombos são inevitáveis, é sempre bom dar uma rezadinha após ver seu S3, iPhone ou afim se espatifar no chão.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Conheça formas alternativas de pagamento sem dinheiro, cheque ou cartão
Você já foi a algum resturante e, na hora de pagar a conta, reparou que tinha esquecido a carteira em casa? O TechTudo
mostra que soluções para momentos como esse estão prestes a se tornar
realidade no Brasil. Em muitos países já é possível comprar ou vender
produtos pela Internet e enviar ou receber dinheiro de amigos ou
familiares, sem que seja necessário o uso de cartão, cheque ou dinheiro
vivo.
Como? As novas tendências de mercado estão criando formas alternativas de pagamento. De maneria simples e segura, as pessoas já podem, por exemplo, emprestar dinheiro a um amigo via mensagem de texto ou e-mail, ou até mesmo pagar as compras do supermercado utilizando apenas o celular.
PayPal: pioneiro e inovador nas vendas online
PayPal: pague suas contas pela Internet, tablet ou Internet (Foto: Reprodução/ Tripwire Magazine)
Já conhecido e muito utilizado pelos brasileiros, o PayPal foi fundado
em 1998 como uma solução pioneira para pagamentos online. Com ele, é
possível pagar contas pela Internet, celular ou tablet de forma mais
simples, uma vez que seus dados financeiros – como número de cartão de
crédito e conta bancária – não são compartilhados com os vendedores.
Atualmente, ele conta com mais de 100 milhões de usuários distribuidos
entre 190 países.
Ao criar a sua conta, você registrará os seus dados bancários ao programa. Depois, na hora de efetuar futuros pagamentos, será necessário apenas o e-mail e a senha cadastrados.
A operadora Vivo, em parceira com o PayPal, já lançou o serviço de pagamento por meio do celular, que permite aos usuários enviarem e receberem pagamentos via SMS. Além disso, empresas como Casas Bahia, Extra Supermercados e Gol também já aceitam o PayPal.
NFC: pague suas compras com o seu celular
Tecnologia NFC: aproxime o celular do leitor para efetuar o pagamento (Foto: Reprodução/ NFCON)
Muito utilizada nos Estados Unidos e no Japão, a NFC
(Near Field Communication) é outra forma prática, segura e alternativa
para você efetuar seus pagamentos. Utilizando um chip com tecnologia
desse porte, você pode trocar informações entre dispositivos móveis sem o
uso de cabos ou fios, sendo necessária apenas uma aproximação física.
Com um celular habilitado para NFC, você pode simplificar as suas compras. Se você estiver em um mercado que utilize esta tecnologia, basta aproximar o seu aparelho do leitor de código de barras e pronto: sua compra será efetuada com sucesso!
No Brasil, a NFC ainda está dando os seus primeiros passos. Mas em Tóquio, por exemplo, já é possível comprar passagens de metrô apenas encostando o celular às catracas.
Google Wallet: “carteira virtual”
O Google Wallet funciona como um cartão (Foto: Reprodução/ BGR)
Para facilitar a vida dos consumidores, o Google fundiu o Checkout e Wallet no final do ano passado. Agora os usuários podem utilizar o serviço tanto em lojas físicas como virtuais.
Em sites de e-commerce, o Google Wallet funciona de maneira semelhante ao PayPal, isto é, basta os clientes digitarem o e-mail e a senha cadastrados. Já nos estabelecimentos físicos, os pagamentos são feitos por meio de tecnologia NFC. Vale lembrar que atualmente o sistema NFC do Google só funciona nos Estados Unidos.
Venmo: “SMS amigo”
Venmo: transferência de dinheiro via SMS (Foto: Divulgação/ Venmo)
O Venmo é um serviço que possibilita a você enviar ou receber dinheiro
de um amigo por meio de mensagens de texto. Além disso, ele também
funciona como uma rede social, em que seus amigos podem ver para quem e
pelo o quê você está transferindo dinheiro.
O serviço se mostra útil caso você esteja na rua e sem um “tostão” no bolso ou queira reunir a galera para um churrasco. É só mandar um SMS para os amigos e cobrar a grana! O Venmo ainda não está disponível no Brasil.
Amazon WebPay: pagamento via email
Amazon WebPay: receba e envie dinheiro por e-mail (Foto: Divulgação/ Amazon)
A Amazon
também lançou um serviço alternativo de pagamento: o Amazon WebPay. O
produto permite aos usuários cadastrados transferirem dinheiro entre si
via e-mail. Para isso, é necessário apenas ter uma conta na Amazon.com.
A qualquer hora e de qualquer lugar, você recebe ou envia dinheiro para amigos e familiares. Bastar estar online!
Essas formas alternativas de pagamento, no Brasil, ainda não estão totalmente disponíveis, com exceção do PayPal. No entanto, a tendência é que, em breve, empresas, mercados, lojas e restaurantes nacionais passem a aderir esses tipos de serviço.
Via Techtudo
Como? As novas tendências de mercado estão criando formas alternativas de pagamento. De maneria simples e segura, as pessoas já podem, por exemplo, emprestar dinheiro a um amigo via mensagem de texto ou e-mail, ou até mesmo pagar as compras do supermercado utilizando apenas o celular.
PayPal: pioneiro e inovador nas vendas online
Ao criar a sua conta, você registrará os seus dados bancários ao programa. Depois, na hora de efetuar futuros pagamentos, será necessário apenas o e-mail e a senha cadastrados.
A operadora Vivo, em parceira com o PayPal, já lançou o serviço de pagamento por meio do celular, que permite aos usuários enviarem e receberem pagamentos via SMS. Além disso, empresas como Casas Bahia, Extra Supermercados e Gol também já aceitam o PayPal.
NFC: pague suas compras com o seu celular
Com um celular habilitado para NFC, você pode simplificar as suas compras. Se você estiver em um mercado que utilize esta tecnologia, basta aproximar o seu aparelho do leitor de código de barras e pronto: sua compra será efetuada com sucesso!
No Brasil, a NFC ainda está dando os seus primeiros passos. Mas em Tóquio, por exemplo, já é possível comprar passagens de metrô apenas encostando o celular às catracas.
Google Wallet: “carteira virtual”
Em sites de e-commerce, o Google Wallet funciona de maneira semelhante ao PayPal, isto é, basta os clientes digitarem o e-mail e a senha cadastrados. Já nos estabelecimentos físicos, os pagamentos são feitos por meio de tecnologia NFC. Vale lembrar que atualmente o sistema NFC do Google só funciona nos Estados Unidos.
Venmo: “SMS amigo”
O serviço se mostra útil caso você esteja na rua e sem um “tostão” no bolso ou queira reunir a galera para um churrasco. É só mandar um SMS para os amigos e cobrar a grana! O Venmo ainda não está disponível no Brasil.
Amazon WebPay: pagamento via email
A qualquer hora e de qualquer lugar, você recebe ou envia dinheiro para amigos e familiares. Bastar estar online!
Essas formas alternativas de pagamento, no Brasil, ainda não estão totalmente disponíveis, com exceção do PayPal. No entanto, a tendência é que, em breve, empresas, mercados, lojas e restaurantes nacionais passem a aderir esses tipos de serviço.
Via Techtudo
domingo, 13 de janeiro de 2013
Samsung Galaxy S4 deve ser apresentado em abril
Além disso, o smartphone deve ser lançado com uma caneta s pen
Sempre que um grande produto está perto de ser lançado, surgem diversos rumores que agitam a internet. Por conta disso, o Samsung Galaxy S4 já ganhou uma versão conceitual e chegaram a dizer que ele contaria com uma tela flexível e inquebrável.
Agora, os boatos alegam que o smartphone vai ser apresentado no mês de abril — fato que já havia sido considerado antes. Além disso, o aparelho pode vir acompanhado da caneta S Pen, de maneira que ele fique mais parecido com o Galaxy Note.
Segundo o site BGR, o novo celular vai contar com uma tela AMOLED de cinco polegadas, resolução full-HD e processador quad-core da Exynos. Ainda não podemos ter certeza de quais serão as reais definições, mas parece que esse aparelho vai conquistar o coração de muita gente.
Galaxy S III Recebe android 4.1
Samsung inicia a liberação da atualização 4.1.2 do Android para nossos aparelhos iniciando pela Polônia
Hoje sem dúvidas o Samsung Galaxy SIII GT-I9300 é o carro chefe da Samsung e recebe muita atenção, com isto as atualizações do Android chegam primeiro para o nosso aparelho e muito depois para os outros aparelhos da Sammy.
Você ainda não vai conseguir atualizar o seu aparelho para o Android 4.1.2 pois a liberação é gradual, atualmente esta disponível para a Polônia e disponível para download via SamMobile
A Samsung adicionou uma tonelada de novos recursos no Android 4.1.2 para o Galaxy S III, a maioria dos recursos são importados do Galaxy Note II. Nós listamos algumas das melhorias abaixo:
Android 4.1.2 – JZO54K
-Multi-View
-Page Buddy
-Nova Galeria de Fotos
-Customização da barra de Notificação
-Possibilidade de desativar barra de brilho nas notificações
-Smart Rotation
-Paper Artist App
-Group Cast App
-Page Buddy
-Nova Galeria de Fotos
-Customização da barra de Notificação
-Possibilidade de desativar barra de brilho nas notificações
-Smart Rotation
-Paper Artist App
-Group Cast App
E ai? ansioso por este update?
Acabamos de Atualizar o Galaxy para 4.1.2, veja as imagens:
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